Nossa grande preocupação sempre foi por uma eleição isenta, diz Marinho
13 Mar, 2026
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência da República, afirmou em entrevista ao CNN 360° que a principal preocupação da direita é garantir uma eleição isenta, com juízes imparciais e paridade de armas entre os candidatos.“É evidente que a nossa grande preocupação sempre foi que a eleição seja isenta, que os juízes sejam imparciais e que haja paridade de armas entre os contendores numa eleição, principalmente uma eleição para o presidente da República”, declarou Marinho.Durante a entrevista, Marinho comentou sobre a possibilidade de apoio do presidente americano, Donald Trump, à candidatura de Flávio Bolsonaro. O senador destacou que a relação entre países deve ser baseada em interesses mútuos e conceitos compartilhados, como democracia e respeito aos direitos humanos.O coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro criticou a interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Segundo ele, em 2022, durante o governo Biden nos EUA, autoridades americanas visitaram o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) demonstrando preocupação com o desenrolar das eleições no Brasil. Marinho também mencionou denúncias do próprio governo americano sobre a atuação da USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) no Brasil em 2025, alegando que a instituição “despejou milhões de dólares” para manipular a opinião pública através de ONGs. Leia Mais Análise: Flávio veste figurino de líder enquanto PT patina em alianças Análise: Bolsonarismo deve caminhar sozinho nas eleições no Rio de Janeiro Ala do bolsonarismo vê candidatura morna de Flávio e ainda ronda Tarcísio Críticas ao governo LulaMarinho aproveitou a entrevista para criticar a recente decisão do presidente Lula de negar visto a um representante do Departamento de Estado dos EUA que visitaria o Brasil. “Hoje, por exemplo, nós assistimos mais uma demonstração de como o atual presidente é inepto para o cargo que ocupa”, afirmou o senador.Segundo Marinho, Lula teria negado o visto alegando que a visita seria apenas para encontrar o ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador classificou a atitude como “provocação deliberada e gratuita” ao governo americano e criticou o tom usado pelo presidente ao se referir ao caso, quando teria dito ao ministro Alexandre Padilha que não daria o visto “enquanto não deram o seu, da sua mulher e da sua filha”.“Isso é apequenar os interesses do Brasil frente à necessidade que nós temos de termos convergência e afinidade com parceiros importantes do ponto de vista comercial e estratégico, como é o caso dos Estados Unidos”, concluiu Marinho. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.