Hunter: The Reckoning Deathwish é anunciado para 2027 e chega no PC e consoles
27 Mar, 2026
A desenvolvedora polonesa Teyon, responsável por RoboCop: Rogue City, revelou Hunter: The Reckoning Deathwish durante o Xbox Partner Preview. O jogo é um RPG de ação em primeira pessoa ambientado no universo de World of Darkness e tem lançamento previsto para 2027 no Xbox Series X|S, PC (com suporte a Xbox Play Anywhere) e PS5. O título é uma adaptação da quinta edição do RPG de mesa Hunter: The Reckoning, da editora White Wolf, e não possui relação com os jogos de ação do início dos anos 2000 que carregavam o mesmo nome. Uma abordagem inspirada em Vampire: The Masquerade – Bloodlines O diretor do jogo, Piotr Łatocha, explicou que a equipe buscou uma abordagem mais próxima à do clássico Vampire: The Masquerade – Bloodlines, em contraste com os títulos anteriores da franquia Hunter, que eram mais focados em ação beat ’em up. O sistema de progressão reflete o do material de origem. São 6 atributos e 18 perícias, nas quais o número de pontos em uma habilidade determina a quantidade de dados rolados em verificações. O jogo também incorpora um sistema de vantagens e desvantagens, diretamente extraído do livro de regras. Estrutura de mundo semiaberto e ênfase na criação de personagem Łatocha descreveu o título como um jogo de mundo semiaberto, com uma campanha principal de trajetória linear que conta com ramificações, além de múltiplas missões secundárias. A experiência inclui opções de romance, desenvolvimento de vínculo com companheiros e histórias pessoais para esses personagens, cujos desfechos podem variar conforme as escolhas do jogador. O jogo oferece um editor de personagem com opções de gênero, tipo corporal, cor de pele e olhos, e cabelo. A construção do personagem é feita do zero, com a distribuição de pontos em atributos e perícias, permitindo diferentes estilos de jogo que vão desde a abordagem cooperativa até posturas hostis, que podem levar a finais negativos. Três arquétipos de jogo e inspiração em Deus Ex O design de missões foi criado para dar suporte a três arquétipos principais: força bruta, furtividade e inteligência (ou carisma). Em situações como invadir uma empresa fechada por uma cena de crime, o jogador pode, por exemplo, escalar cercas com habilidades atléticas, hackear teclados eletrônicos, descobrir códigos por meio de pistas ou usar habilidades sociais para obter a informação com personagens não jogáveis (NPCs). As transições entre abordagens são fluidas; ser descoberto em uma tentativa furtiva resulta em uma mudança para o combate, sem que a missão seja considerada falha. Łatocha citou Deus Ex, Vampire: The Masquerade – Bloodlines e Baldur’s Gate 3 como referências para essa estrutura de múltiplas soluções. Leia mais - RoboCop: Rogue City surpreende e é a maior estreia da história da Nacon - RoboCop: Rogue City já disponível para PlayStation 5, Xbox Series e PC - Versão de RoboCop: Rogue City do Nintendo Switch é cancelada Contexto de produção e familiaridade com o material original O diretor afirmou ter experiência principalmente com o jogo Vampire: The Masquerade, mas não com as versões de mesa do sistema. Ele destacou que a equipe do estúdio conta com membros que são grandes fãs do universo World of Darkness e conhecem profundamente a tradição do cenário. E aí? O que achou das novidades? Acha que vai ser tão legal quanto o novo Robocop? Compartilhe o seu ponto de vista e expectativas, e continue acompanhando o Adrenaline! Fonte: News Xbox - Categorias Participe do grupo de ofertas do Adrenaline Confira as principais ofertas de hardware, componentes e outros eletrônicos que encontramos pela internet. Placa de vídeo, placa-mãe, memória RAM e tudo que você precisa para montar o seu PC. Ao participar do nosso grupo, você recebe promoções diariamente e tem acesso antecipado a cupons de desconto. Entre no grupo e aproveite as promoções