Diniz analisa prós e contras de repetir escalações no Corinthians e pondera sobre jogo contra Barra

admin
19 Apr, 2026
Diniz analisa prós e contras de repetir escalações no Corinthians e pondera sobre jogo contra Barra Por Daniel Keppler e Matheus Pogiolli O técnico Fernando Diniz ponderou sobre sua prática de repetir escalações, aplicada nos três primeiros jogos à frente do Corinthians e interrompida apenas devido a suspensões de atletas para o jogo deste sábado, que terminou em um empate por 0 a 0 com o Vitória, pelo Campeonato Brasileiro . "Como eu disse na última entrevista, o jogador não é só músculo e osso, mas também é músculo e osso, e outras coisas. E a gente vai avaliando junto com o departamento de fisiologia do clube e conversando com os jogadores para a gente ver a melhor estratégia para poder colocá-los em campo. Então, é esperar passar hoje; é uma sequência muito dura, principalmente nos últimos jogos. A gente jogou, no caso de hoje, com menos de 72 horas de recuperação, com viagem. Quanto tipo de clima, quanto tipo de campo?", questionou o treinador, que prosseguiu detalhando como definirá o time titular para a próxima partida, nesta terça-feira, contra o Barra, pela Copa do Brasil. "É uma coisa que a gente vai pensar. A gente tem amanhã e depois de amanhã para escolher o melhor time para jogar contra o Barra e também pensar na sequência da temporada, que logo depois a gente tem o Vasco em casa", disse, completando: "É uma possibilidade (poupar atletas), mas não é uma certeza. Como eu disse anteriormente, a gente vai avaliar. A gente tem amanhã e segunda-feira para ver qual é a melhor estratégia para esse jogo do Barra", reforçou Diniz. Questionado sobre a importância dos jogos para que o treinador aprofunde seu conhecimento sobre o elenco, o comandante corinthiano deixou claro que vem utilizando as partidas para esse trabalho, inclusive por meio da estratégia de realizar as substituições de forma mais tardia. "A gente tem treinado nos próprios jogos. Então, uma das coisas é não trocar muito o time nesse primeiro momento. É que, nas informações táticas de correções, se você começa a trocar muito, você começa a perder algumas coisas. Você ganha algumas coisas; no caso de hoje, você ganha vitalidade", ponderou, completando com alguns exemplos práticos de atletas que vêm atuando com Diniz em todos os jogos até agora: "Tem jogador que jogou os quatro jogos e conseguiu performar bem hoje. No caso do Gabriel Paulista, por exemplo, o Matheus Bidu. Não tiveram nenhum problema de jogar com certa naturalidade o jogo. E tem jogadores sentindo um pouco mais e uns sentindo um pouco menos. É uma engenharia em que a gente tem que levar todos os componentes em consideração para ir escalando o time. Eu sou um cara que gosta de repetir time. Eu falei, mas não é porque eu gosto de repetir que eu vou repetir sempre o time. Eu vou avaliar e ver como o time fica. Quando a gente for juntar e considerar todos os fatores, vamos colocar o melhor time para poder ter uma chance maior de ganhar", garantiu Diniz.