Ativista quer revisão em processo antes de julgamento de Neymar
28 Oct, 2026
O processo ajuizado em 2021 de Agripino Magalhães contra Neymar, do Santos, ganhou novos desdobramentos. Na época, o ativista acusou o jogador de planejar um assalto armado contra ele após ser alvo de uma série de denúncias. Nesta terça-feira (27/10), o autor da ação sustentou que o tribunal indeferiu seus pedidos de produção de provas anteriormente. Ainda de acordo com a informação do “Metrópoles”, Magalhães requereu que o feito não passe por julgamento neste momento e pediu autorização para apresentar as provas. O ativista ainda afirmou que a recusa ao seu pedido poderá configurar cerceamento da defesa e "infringirá a legislação pacífica do Supremo Tribunal Federal". O ativista acusou a advogada do atleta de atrasar o processo e mentir para o juiz, pedindo a abertura de um processo criminal contra ela. Ele, portanto, exige R$ 42 mil por danos materiais e R$ 1 milhão por danos morais. O CASO Em 2021, Agripino Magalhães acusou Neymar de planejar um assalto armado contra ele após iniciar uma série de denúncias contra o craque por supostas práticas de homofobia. Na ação, o ativista também acusa o advogado de Neymar, Davi de Paiva Costa Tangerina, por ameaças de morte. Na época, Magalhães afirmou que sofreu ameaças de Neymar e seu advogado. Além disso, no inquérito, constam supostos diálogos homofóbicos do craque com amigos. Nessas conversas, Neymar e os amigos estariam falando do modelo Tiago Ramos, ex-namorado de Nadine Gonçalves, mãe do jogador. Sobre o episódio, o ativista conta que o jogador passou a vociferar contra Tiago sinalizando que os gays "deveriam ser mortos e empalados vivos". Na época, a defesa do ativista também alegou que ameaças escritas e veladas passaram a ser pontuais. Por fim, Agripino cobra uma indenização de Neymar e do seu advogado no valor de R$ 1 milhão por danos morais, além de R$ 42 mil por danos materiais.